Posts filed under ‘Filosofia + Ciência’
Paul Otlet no dia dos bibliotecários
Em algumas horas será dia 12 e, como todos sabem, esta é a data em que se comemora o dia dos bibliotecários.
Por conta disso, pra comemorar a data, vou falar sobre meu bibliotecário preferido: Paul Otlet (como era de se esperar). Mais que uma compilação de algumas idéias de Aldous Huxley, Darwin, McLuhan e Asimov, o homem foi um pilar de tudo que até hoje usamos (embora exista certa subversão do sentido entre alguns conceitos e atividades) na área como um todo. Bibliografia, Documentação, CDU são algumas das suas “invenções”, mas, que pra qualquer romantismo, acabam se tornando secundárias quando pensamos na sua idéia de biblioteca universal, na sua quase descrição exata de uma Internet. Isso mesmo, um visionário na época de 1910.
Pra ler sobre ele, eu recomendaria sempre começar com o artigo da Maria de Nazaré Freitas Pereira (Bibliotecas virtuais: realidade,
possibilidade ou alvo de sonho) e com O antepassado esquecido: Paul Otlet, do Alex Wright ( traduzido pelo @moreno).
Então é isso, parabéns e viva o Mundaneum!
“Um dia bastará fazer mover pequenas agulhas, sobre um quadrante numerado de um mostrador, para ler, diretamente, as últimas
informações dadas pela Enciclopédia Mundial, disposta como um centro de irradiação contínua. Esse será o livro que, contendo todos os assuntos, estará à disposição do universo.” (Paul Otlet)
Os portais científicos mais acessados no Brasil e no mundo
Depois da análise e ranking das universidades, o CSIC, divulgou os 2.000 portais de cunho científico mais acessados no mundo. A pesquisa considerou o número de links de sites externos e internos recuperados pelos buscadores (Google, Yahoo, Live Search e Exalead), a quantidade de arquivos em formato pdf, word, ps e ppt recuperados do próprio site e os resultados de trabalhos recuperados pelo Google Scholar.
Os 10 mais acessados no mundo:
National Institutes of Health
National Aeronautics and Space Administration NASA
World Wide Web Consortium
National Oceanic and Atmospheric Administration
Centre National de la Recherche Scientifique CNRS
US Geological Survey Flag of us
NASA Goddard Space Flight Center
European Organization for Nuclear Research CERN
Centers for Disease Control and Prevention
Max Planck Gesellschaft
Os 10 mais acessados no Brasil:
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (ranking mundial 44)
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuaria (r. m. 88)
Fundação Oswaldo Cruz (r. m. 112)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnologico (r. m. 140)
Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (r. m. 148)
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (r. m. 171)
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (r. m. 178)
Instituto Nacional de Metrologia (r. m. 230)
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (r. m. 233)
Instituto Nacional de Matemãtica Pura e Aplicada (r. m. 235)
Já que é tão complicado estabelecer parâmetros paras as pesquisas qualitativas, acho que não há discussões sobre a validade de quantificar os acessos via web, especialmente quando se cruza os resultados do Brasil com os dos demais países. Além disso, é um ótimo parâmetro de análise para os próprios centros, contemplados ou não com uma posição.
Informações em: http://research.webometrics.info/top2000_r&d.asp
Fonte: IBICT
Universidades Top 10 segundo a Webometria
Segundo o Cybermetrics Lab, do Consejo Superior de Investigaciones Científicas da Espanha (CSIC), essas seriam as 10 universidades latino-americanas mais representativas na World Wide Web ‘acadêmica’:
Universidade de São Paulo
Universidad Nacional Autónoma de México
Universidade Estadual de Campinas
Universidade Federal de Santa Catarina Brasil
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Universidade de Brasília
Universidad de Chile
Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade Estadual Paulista
Os dados fazem parte do “Webometrics Ranking of World Universities“, pesquisa atualizada duas vezes por ano e que tem como base indicadores traçados e advindos de iniciativas como open access, qualidade e quantidade de publicações eletrônicas, sites, prestígio acadêmico, etc.
Sobre a metodologia: http://www.webometrics.info/methodology.html
Maiores informações e outros rankings: http://www.webometrics.info/index.html
Edgard Morin no Brasil
Terça-feira, 13 de julho, o filósofo e sociólogo Edgard Morin vai estar presente no debate ‘o pensamento do sul’, que acontece na Academia Brasileira de Letras.
Em tempo, ele estará também no SESC Anchieta (São Paulo), no dia 16 de julho, para a palestra ‘Pensar o Sul’, para autografar ‘Ano zero da Alemanha’, seu livro inédito no Brasil e escrito quando ele tinha vinte e cinco anos (agora ele tem oitenta e oito) e para o relançamento de uma página que o SESC fez em sua homenagem.
Diante desses vários eventos no Brasil, a minha esperança é conseguir ir em um e este será o debate programado para 17 de julho, na Livraria Cultura do Shopping Pompéia (São Paulo). Nesse evento, estará em discussão a Complexidade e os acontecimentos dos séculos XX e XXI, bem como a necessidade de reformar o pensamento e o ensino.
Quem tiver interesse, aqui está o link para o artigo “Os sete saberes necessários à educação do futuro“.
Ah, vale também ler a introdução/ carta que Morin escreveu para a equipe do SESC. A página está disponível nesse endereço: http://edgarmorin.sescsp.org.br
Nikola Tesla’s Doodle
A apresentação do doodle de hoje se refere ao físico/inventor sérvio Nikola Tesla. Segundo algumas fontes, Tesla foi o verdadeiro inventor do rádio mas sofreu séculos atrás com diversos plágios e acabou não “levando a fama” por algumas engenhosidades. Ele nasceu em 1856 e morreu em 1891. Entre seus inventos – ou pseudos inventos – estão o rádio (“de Guglielmo Marcon”), o raio-x, o radar, a lâmpada fluorescente e o controverso raio da morte.
Entre os constructos de Tesla está a Wardenclyffe Tower (ou simplesmente “Torre de Tesla”), uma construção, que nunca chegou ao fim (ou, ao seu fim), com cerca de 57 metros de altura e que tinha o objetivo de transmitir energia sem fios. Isso em 1900.
Chamado de “gênio esquecido” por alguns, é interessante pesquisar sobre Tesla, não só por causa dos seus inventos ou por conta das polêmicas ligadas a eles, mas também para pensar em algum ponto entre ética e invenção.
Mais em:
Tesla Memorial Society of New York
Wikipedia
P.S.: Tesla, em The Problem of Increasing Human Energy, proclama os principais motivos (morais e científicos) de ter se tornado vegetariano.
Doodle de 47 milhões de anos

Doodle de hoje refere-se ao fóssil, datado de 47 milhões de anos, encontrado na Alemanha e apresentado noMuseu Americano de História Natural. Batizada Darwinius Masilla e apelidada de Ida, os restos da fêmea tem causado opiniões divergentes entre os pesquisadores.
Para saber mais:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/05/090519_eloperdido_primatasrc.shtml
Para entender melhor:
http://ngm.nationalgeographic.com/2005/04/flores-hominids/map-interactive
Europeana e a Biblioteca Nacional Européia
No canal do Youtube da European Library, há um ótimo vídeo apresentação do que pode ser encontrado na Europeana, um esforço que resultou em uma rede temática de centenas de representantes de organizações cientítficas, culturais e patrimoniais de mais de 4 milhões de itens digitais:
“European Library” é um serviço que oferece acesso a recursos bibliográficos e digitais de 48 Bibliotecas Nacionais na Europa, em 32 línguas.
Charles Darwin e CanalCiência

Faltando 2 minutos pro fim do dia, a homenagem doodle (mais um pra coleção) ao segundo século do Darwin.
Por conta disso, um fio condutor óbvio me remete ao CanalCiência.
Essa semana tive o prazer de ouvir a Márcia Rocha da Silva falar novamente do quase novo Canal do IBICT.
Site que vale a pena ser navegado e que dá atenção ao ano (2009) de Darwin.
Aqui o endereço: http://www.canalciencia.ibict.br
Obsessão
Tenho uma leva de amigos observadores que sempre ressalta minhas obsessões. Na verdade, eu não as tenho – somente assuntos de interesse, até pequeno se comparado com outros tipos existentes – ou seja, nada tão obsessivos assim.
Primeiro: O Morro dos Ventos Uivantes – o livro que eu li aos 12 anos; o filme, a música da Kate Bush e a speed version do Angra, etc.
Segundo: Arquivo X.
Terceiro: Nina Simone.
Quarto: Billie Holiday.
Quinto: Jeff Buckley.
Sexto: Google, quando este se tornou uma obsessão de muitos e eu não pude deixar de me render a moda.
Sétimo: o processo de rebaixamento de Plutão - na época que o risco de ficar sem um planeta regente era iminente para os escorpianos e para os os “astomaníacos mais introspectivos”.
- Sete é um número cabalístico – todos sabem por conta do consciente coletivo ou por somarem Pai + Filho + Espírito Santo + norte + sul + leste + oeste.
Primeiro: Pedro Guerra.
Segundo: O cineasta Stanley Nelson.
Terceiro: O Santander.
Após a compra do Banco Real, ele se tornou o terceiro maior banco do Brasil e considerado um dos mais “agressivos” do mundo (e presidido pelo “matador” Emilio Botín). Segundo projeções e afirmações quase 100% corretas, o Santander alcançou a escala de oitavo maior do mundo.
Duas das características muito marcantes do Santander é sua estratégia bem fundamentada no varejo e nas potencialidades da classe média dos mercados brasileiros (um dos mais emergentes do mundo).
*Para efeitos de conhecimento, o Banco do Brasil (o número 1 do Brasil) é o 97º do mundo em ativos.
3 é um número cabalístico – múltiplas trindades que podem existir.
Daqui 3 anos não mais existirá a marca Real mas eu fico pensando aqui (e blablabla) – o que será que vai acontecer daqui a 6 anos?

(Cidade de Santander, berço esplêndido do banco Santander)
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Projeto de Lei 1120/2007: Regisro e Disseminação da produção científica brasileira
Em 23 de maio de 2007, o deputado Rodrigo Rollemberg protocolou um projeto de lei que estabelece que todas as instituições de ensino superior públicas e unidades de pesquisa devam construir repositórios para o abrigo da sua produção científica e disseminar livremente essas conteúdos.
Leia mais e assine (ou não) uma petição:
http://www.petitiononline.com/PL1120/petition.html
CybercO.Olatras.Anonimos.com.br
A internet deu origem a uma variedade de doenças e vícios modernos, revela o semanário científico britânico New Scientist em sua edição de Natal, que será publicado neste sábado. Elas incluem:
- EGO-NAVEGAÇÃO (EGO-SURFING): quando você checa seu nome e informações na internet com freqüência em busca do número de ocorrências.
- BLOG-INDISCRIÇÃO (BLOG STREAKING): revelar na internet segredos de informação pessoal que para o bem de todos seria melhor manter em caráter privado.
- BLACKBERRYMANIA (CRACKBERRY): a maldição do executivo moderno: não conseguir parar de checar o blackBerry, mesmo no funeral da avó. O blackberry é um popular aparelho que pode ser usado para tirar fotos, telefonar, enviar e-mails e navegar na internet.
- GOOGLE-ESPIONAGEM (GOOGLE-STALKING): define-se como o ato de “espionar na internet antigos amigos, colegas e namorados”.
- CIBERCONDRIA (CYBERCHONDRIA): se você está com dor de cabeça e uma erupção diferente ao mesmo tempo? Uma exaustiva pesquisa on-line diz que você pode estar com câncer.
- FOTOBISBILHOTICE (PHOTOLURKING): ato de vasculhar o álbum de fotos de alguém que nunca viu na vida.
- WIKIPEDIMANIA (WIKIPEDIHOLISM): excessiva dedicação a contribuir com a enciclopédia on-line colaborativa Wikipedia. A Wikipedia tem inclusive uma página onde o usuário pode verificar se já está viciado: http://en.wikipedia.
org/wiki/Wikipedia:Are-You-a-Wikipediholic-Test.
- CHICLETEPOD (CHEESEPODDING): baixar uma canção “tão chiclete que seria possível envolvê-la em plástico e vendê-la numa loja de conveniência”. As vítimas desta síndrome são especialmente vulneráveis aos maiores sucessos do soft-rock dos anos 1970s.
Fonte: Terra.
Analisando Lévy, 4 ou 5 vícios são normais. Nenhuma fundamentação, nenhuma democracia.
Plutão e a segunda divisão
Foi anunciado hoje que Plutão deixa mesmo de ser planeta do sistema solar.
Pra quem cresceu acreditando e simpatizando com o planeta mais anti-social do sistema, já que, além de ter a órbita inconstante e ter aquele tom blasè de quem quer mesmo distancia dos outros (aqui, conta até do sol), se escurece, esfria e diminui de tempos em tempos, e a longas distancias, é drástico; drasticamente dito.
A União Astronômica Internacional decidiu definir formalmente (já que não havia um consenso científico e “exato”) o que é um planeta. Ao todo, foram mais de 2.500 analistas que se sentaram pra formalizar e decidir sobre conceitos astronomicos que não eram revistos desde a década de 30 (quando, Plutão, enfim, foi descoberto e se enquadrado numa categoria chamada “planeta”).
A nova definição estabelece 3 grupos de planetas:
os clássicos (Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Netuno, Saturno e Urano); os asteróides; Plutão e UB313 (“Xena”).
Minhas preocupações sobre o planeta marginalizado tem uma razão, fora o apego por qualquer ponto marginal das ciências:
Signos e Planetas Regentes:
Plutão: Rege o signo de Escorpião =O
Os astrólogos disseram que não, que essa mudança conceitual não vai atingir os mapas astrais.
Mas… será que vem “vingança” por aí?
(Continuo confirmando minhas origens, em todo caso)
Atualizem as remissivas
Um grupo de cientistas tem sugerido que a palavra “planeta” venha sempre acompanhada de um qualificativo (os astros seriam classificados com base em sua composição). Assim, Júpiter seria um “planeta gasoso gigante”; Plutão e Xena, “planetas gelados anões”.
Fonte: Terra
Plutão e a questão do conceito
Cerca de 2.500 astrônomos estão reunidos em Praga pra decidir se Plutão perde ou não o statuts de planeta.
O fato é que no ano passado foi descoberto um objeto maior e mais distante da Terra do que Plutão. O objeto se chama 2003 UB313 (apelidado de Xena por algum motivo) e tem dimensões menores do que a lua.
Depois dessa conferência, os cientistas vão anunciar os critérios (baseados na sua massa, órbita e da distancia que está de sua estrela) para que um corpo no espaço possa ganhar o título de planeta (ou, de nobreza), por conseguinte, se plutão deixaria de ser planeta ou se 2003 UB313 irá se “incorporar ao sistema solar”.
Mas, daí, dependendo do resultado, outros aspirantes poderão subir de posto (chegando a possibilidade de haverem até 53 planetas compondo o sistema solar!).
Obs.: A descrição geral de planeta hoje em dia é que eles são objetos grandes e esféricos que orbitam uma estrela.
Ah, pra mim, Plutão vai continuar sendo um planeta e Xena… um seriado bem bacana do USA!
Vivisesção de pets
Dei atenção a um artigo, que saiu no Jornal do Brasil hoje, que tratava da pauta da lei 325/2005, esta que proibiria a vivissecção no município (uso de animais vivos em “experimentos científicos”). Enfim, a lei do vereador Claudio Cavalcanti não vingou, mesmo tendo sido aprovada na câmara, por conta de um veto do César Maia. Hoje vai ser apresentado, no plenário da câmara, pra parlamentares e sociedade civil, alguns vídeos pra expor melhor e assunto e fomentar a discussão.
O caso é que a gente tem motivo de sobra pra não acreditar mais em política, ainda mais pra o debate de alguma posição legal que traria complicações de ordem econômica, pra usar de um eufemismo e não citar o interesse e lucratividade das empresas farmacêuticas ou o prosseguimenteo de modelos de gerir das instituições. Então, convenciona-se a crença de que a ciência só pode ser construída através de uma ética que conta com o desprezo de pontos importantes, como a ponderação por opções alternativas. Sim, isso existe, assim como, uma boa quantidade de riscos e acontecimentos que não são divulgados facilmente.
A Gabriela Toledo (do PEA – Projeto Esperança Animal) acredita que não haja ética possível na experimentação animal. Eu também.
Pra não perder o viés, o do blog, aqui vai o link pra o site do PEA.
Adendo:
Empresas e marcas que TESTAM em animais
Empresas e marcas que NÃO TESTAM em animais
Obs.:Não existe, hoje, lei federal que regulamente a vivisecção.
Metaverso?
[Dia desses, fui procurar alguma informação sobre Filosofia Virtual, ou, aquela que passa pela análise dessas realidades e/ou possibilidades.]
Segundo consta, metaverso é um universo dentro de outro universo. Escutamos por ali e aqui uns rumores sobre possibilidades de um mundo sob um paradigma “nesse molde”. Não seria pouco plausível; quase achamos certeza nisso.
Para fins didáticos, recorremos a imaginar um misto de Matrix, 2001: uma odisséia no espaço (do Kubrick) e ao Admirável mundo novo, do Huxley.
Nos deparamos com uma “aceleração” que parece crescer em escala geométrica, enquanto a capacidade humana, aritmética.
Existem uns filósofos por aí pregando que os avatares (personagens imaginários criados para navegar na virtualidade) podem ser o caminho para instaurar alguma harmonia política e social no mundo. Qualquer furor nessas afirmações me causa, além de qualquer coisa, medo. Essa realidade, num patamar individual, revela um misto de muitos fatores, inclusive algum tipo de “ezquizofrenia subconsciente”.
Agora, pensemos isso no nível coletivo, isto é, partindo das autoridades governantes.
Nas afirmações que apontam pra possibilidade de que essa situação venha trazer uma penca de instrumentos de desenvolvimento individual e coletivo revela-se, também, uma espécie de temor remetente a linha tênue que diferencia os potenciais totalitários e etnocêntricos dos democráticos multiculturalistas.
Assim, sigo acreditando cada vez mais que a cibercultura é nosso phármakon (palavra de origem grega, que significa remédio e veneno ao mesmo tempo) inevitável.



